Dizia o senhor do carro laranja... clique na imagem para ver....
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Depois de uma longa e intensa noite de amor, o homem tira um cigarrinho do jeans e procura alguma coisa para acendê-lo. Não encontrando, pergunta à parceira (ainda uma recém-conhecida), se ela tinha alguma coisa para acender seu cigarro.
Ela responde :
- Deve haver alguma coisa aí ... procure na gaveta da mesinha de cabeceira ...
Ele abre a gaveta e encontra uma foto de um homem ... preocupado,pergunta:
- É seu marido?!
- Não, tontinho!!!! - responde ela, aconchegando-se mais amorosamente a ele....
O cara dá uma tragada pensativo, com medo de estar se colocando em fria.
- Então ... o cara é seu namorado?!
Não querido, é coisa do passado ! - diz ela, dando uma mordidinha irresistível na orelha dele.
O cara continua pensativo, mas nisso o cigarro já acabou e as mordidinhas na orelha acenderam de novo a vontade ...
Passada mais uma hora de sexo selvagem, o rapaz pega outro cigarrinho e abre a gaveta e de novo dá de cara com a foto ... mesmo sem graça e com medo de estragar o clima pergunta, meio desconcertado:
- Bem ... e então, gata... quem é o cara da foto?!
Serenamente a moça responde:
- Sou eu, tontinho ... antes da operação ...

Bom. Depois de um longo, longo tempo msmo sem postar nada, estou de volta, com uma super receita para este natal, um delicioso frango com whisky, veja a receita a baixo:
Ingredientes:
01 garrafa de whisky (do bom, claro!)
01 frango de aproximadamente 02 quilos
sal, pimenta e cheiro verde a gosto
350 ml de azeite de oliva extra virgem
nozes moídas
Modo de preparar:
Tome uma dose de whisky, pegue o frango e depois beba outra dose dupla de whisky, envolva o frango e tempere-o com sal, pimenta e cheiro verde a gosto.
Tome outra dose e massageie o frango com azeite.
Pré-aquecer o forno por aproximadamente 10 minutos.
Sirva-se de uma boa dose (caprichada) de whisky enquanto aguarda.
Use as nozes moidas como 'tira gosto'.
Colocar o frango em uma assadeira grande.
Sirva-se de mais duas doses de whisky.
Axustar o terbostato na marca 3, e debois de uns vinch binutos, botar para assassinar.
digu: assar a ave. Derrubar uma dose de whisky debois de beia hora, formar abaertura e gontrolar a assadura do frango.
Tentar zentar na gadeira, servir-se de uoooooooootra Dose saraaaaada de whisky.
Cozer(?), costurar(?), cozinhar, sei lá, voda-se o vrango.
Deixáááá o filho da buta do pato no vorno por umas 4 horas.
Tentar retirar o vrango do vorno num vai guemar a mão, garaio!
Maaaandar mais uma boa dose de whisky pra dentro . . de você, é claro.
Tentar novamente tirar o sacana do vrango do vorno, porque na primeira teenndadiiiva dããão deeeeuuuuuu.
Begar o vrango que gaiu no jão e enjugar o filho da puda com o bano de jão e cologá-lo numa pandeja ou qualquer outra borra, bois avinal você nem gosssssssssta muito dessa bosta de marreco!
Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações para os alunos a cerca da prova final que ocorreria no dia seguinte.
Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo.
Um engraçadinho que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar de cinismo:
- ' Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?'
A classe explodiu em gargalhadas,com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse
restabelecido.
Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu:
- ' Isto não é um motivo justificado.
Como a prova será em forma de múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão...ou, se não puder sentar-se, pode respondê-la em pé'.
Eram cinco, mas só uma mulher. Pouco importava esta desproporção, já que todos estavam abertos a viver com intensidade aqueles momentos noturnos. O ambiente estava carregado do odor da fermentação alcoólica e inebriava nosso quinteto dionisíaco.
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Eram cinco, mas só uma mulher. Pouco importava esta desproporção, já que todos estavam abertos a viver com intensidade aqueles momentos noturnos. O ambiente estava carregado do odor da fermentação alcoólica e inebriava nosso quinteto dionisíaco. O manto verde e felpudo que recobria o leito, um pouco fustigado, exibia uns tantos respingos de noites passadas, de tantas outras almas boêmias. Não demorou muito para que um movimento ritmado de corpos juvenis se iniciasse ao redor do tecido esverdeado, tal qual uma dança nupcial de columbídeos. Ao mesmo tempo, um a um, revezavam-se no manuseio dos reluzentes mastros, executando suaves e delicados movimentos de vai e vem. Eric agachou-se e, subitamente desferiu uma violenta estocada, extraindo dos lábios de Mariana um gemido abafado: - Ufff! Mariana, por sua vez, agarrou-se firmemente ao mastro e deliciou os atentos observadores com a talentosa performance de suas mãos delicadas. Num outro canto, as mãos de André seguravam o cubinho azul donde fluía a substância que lubrificava seu cajado roliço e ereto. E, ainda antes de entrar no jogo, aproximou da boca o cálice e sorveu, delicadamente, o etílico néctar. Já meio embriagado, divertiu a todos com suas tentativas, algumas vezes frustradas, já que teve certa dificuldade em penetrar o estreito e desejado orifício. Guilherme pouco falava, mas sua habilidade ao longo da noite agradou sobretudo a Lauro, já que este era seu parceiro mais freqüente. O jogo prosseguia, com os parceiros, alternadamente, debruçando-se sobre o leito. Mas ao chegar a vez de Mariana, a única fêmea entre varões, saltava aos olhos a sensualidade e o desprendimento de seu debruçar. A noite avançava enquanto o cansaço e a embriaguez tomavam conta de nossos jovens mancebos. As estocadas vigorosas do início foram substituídas, gradativamente, pelo vai e vem cada vez menos preciso dos cajados. Restava uma única bola que, insistentemente, permanecia sobre a mesa há várias rodadas. Enfim, o último jogador, numa última estocada, reuniu suas últimas energias e fez a bola amarela, obediente, entrar na caçapa do canto.